Introducción:
Minha meia-irmã me acusa falsamente de ter provocado uma crise de alergia nela. Meus três irmãos me enfiam no porão apertado e trancam a porta com uma corrente. Eu bato na porta e imploro para que me deixem sair. Meu irmão mais velho, um empresário de sucesso, retruca com irritação: “Já não basta você ficar intimidando a Lori. Como pôde fazer ela comer frutos do mar sabendo que ela é alérgica? Isso não é praticamente assassinato? Fique aí dentro e reflita sobre seus erros!” Meu segundo irmão, um cantor premiado, e meu terceiro irmão, um pintor genial, zombam com desprezo. “É inacreditável que alguém tão cruel quanto você ainda invente desculpas para ganhar pena. Fique aí dentro se arrependendo dos seus pecados!” Depois disso, eles levam nossa meia-irmã, tremendo, para o hospital. O oxigênio no porão logo acaba, e fica difícil respirar. No fim, eu morro lá dentro. Meus irmãos só se lembram de mim três dias depois, quando trazem nossa meia-irmã de volta do hospital. Sem que eles saibam, eu já havia morrido por asfixia.
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