

Para salvar seu povo do massacre, uma sereia vai à terra firme para seduzir seu amigo de infância, Cyrus, que agora se tornou o Rei Alfa. No entanto, Cyrus culpa o povo marinho pelo desaparecimento de seus pais. Ele a prende em um ciclo de amor doentio e abusos brutais, torturando-a e forçando-a a sofrer pelo bem de sua amante, Emily, enquanto exige respostas. A sereia suporta a crueldade dele em silêncio, sabendo que seu sofrimento acabará em breve. Por estar na terra há quase três anos, restam a ela apenas três dias antes de se transformar em espuma do mar e morrer.

Cresci no exterior. Com medo de eu me casar com um estrangeiro, minha mãe arranjou meu noivado com um homem bonito e talentoso de Flodon e me fez voltar. Numa boutique de luxo, escolhi um vestido off-white tomara que caia para o noivado, mas uma mulher mandou a vendedora tirá-lo das minhas mãos. Quando reclamei que eu tinha chegado primeiro, ela zombou, dizendo que o vestido custava US$ 188 mil, e que uma zé-ninguém falida como eu jamais poderia pagar. Ainda disse ser irmã de Lucas Goodwin em tudo, menos no sangue. Ele era presidente do Grupo Goodwin, e, em Flodon, a família Goodwin ditava as regras. Que coincidência, Lucas era meu noivo. Liguei para ele na hora: — Ei, sua irmã de consideração roubou meu vestido de noivado. Resolva isso.

Minha meia-irmã me acusa falsamente de ter provocado uma crise de alergia nela. Meus três irmãos me enfiam no porão apertado e trancam a porta com uma corrente. Eu bato na porta e imploro para que me deixem sair. Meu irmão mais velho, um empresário de sucesso, retruca com irritação: “Já não basta você ficar intimidando a Lori. Como pôde fazer ela comer frutos do mar sabendo que ela é alérgica? Isso não é praticamente assassinato? Fique aí dentro e reflita sobre seus erros!” Meu segundo irmão, um cantor premiado, e meu terceiro irmão, um pintor genial, zombam com desprezo. “É inacreditável que alguém tão cruel quanto você ainda invente desculpas para ganhar pena. Fique aí dentro se arrependendo dos seus pecados!” Depois disso, eles levam nossa meia-irmã, tremendo, para o hospital. O oxigênio no porão logo acaba, e fica difícil respirar. No fim, eu morro lá dentro. Meus irmãos só se lembram de mim três dias depois, quando trazem nossa meia-irmã de volta do hospital. Sem que eles saibam, eu já havia morrido por asfixia.